Monday, May 21, 2012

Feira Medieval de Penela

Uma só palavra para descrever este evento: Espectáculo.
Vale a pena ir até Penela nos dias 26 e 67 de Maio é uma sensação, como se entrássemos numa qualquer máquina do tempo virtual e recuássemos até à Idade Média.
Exagero ou realidade?
Descubra você mesmo...


Feira Medieval 2012
Castelo de Penela
Penela nos tempos de El Rei D. Diniz e do Infante D. Afonso


Sábado: 26 de Maio
12H00
– Auto de Abertura do mercado com folguedos ao som de Bombos e Gaitas de Foles
12H30 – Leitura da Carta Régia de El Rei D. Diniz com Mercê ao Concelho
13H00 – Abertura das pipas com Festim Farto na Taberna do Infante
14H00 – Melodias e Trovas com Menestréis e Trovadores
14H30 – Visita do Meirinho e Almotacem às tendas, acompanhado pelas Milícias
15H00 – Traquinices com petizes e Demanda de Tesouros
15H30 – Seminário «Senhores de Penela em Tempos Antigos», pelo Doutor Saul Gomes
Centro Estudos História Local e Regional Salvador Dias Arnaut
16H00 – Danças mouriscas e a arte do encantador de serpentes
16H30 – Anúncio do nascimento do Infante Afonso e busca de amas-de-leite
17H00 – Recrutamento de moços para as guerras com Castela
17H30 – Recriação Histórica - Teatro «Caspirro»
19H00 – Provas de destreza com béstas e arco para formação do Corpo de Besteiros
19H30 – Saltimbancos e Jograis
20H00 – Repasto com petiscos fartos e beberes frescos
20H30 – Bailias e folias, danças e arremedos dos Truões e Saltimbancos
21H30 – Recrutamento das amas-de-leite e a escolha de Sancha Pires
22H00 – Festejos e louvores com as vozes sacras “Labor Omnia Vincit”
23H00 – Assalto ao Castelo
24H00 – Folguedos dos Malabares de fogo grego pelos truões
01H00 – Ronda dos Beleguins para encerramento da festa e pernoita dos Viandantes

Domingo: 27 de maio
12h00
– Recomeço dos Folguedos com a leitura da Carta de Feira e Bênção do Mercado,
12H30 – Recomendações aos Mesteirais e confissão a penitentes
13H00 – Manjares e Beberagens com sabores de antanho na Taberna do Infante
14H00 – Melodias e Trovas com Menestréis e Trovadores
14H30 – El Rei D. Diniz manda fixar residência em Penela ao Infante D. Afonso
15H00 – Cortejo Régio para recebimento do emissário do Rei de Castela
15H30 – Leitura dos termos do Tratado de Alcanizes e anúncio de obras nas muralhas
16H00 – Traquinices com petizes e Demanda de Tesouros
16H30 – D. Diniz surpreende a Rainha D. Isabel a distribuir pão aos pobres
17H00 – Comeres tradicionais e beberes de mão-cheia
17H30 – Contratação dos esponsais entre D. Beatriz de Castela e D. Afonso de Portugal
18h00 – Bailias, folias e danças, saltimbancos e malabaristas.
18H30 – Agasalho e lava-pés aos peregrinos de Santiago
19h00 – Autos de encerramento dos Folguedos com Jograis
20h00 – Selagem régia das pipas

Metro a metro se constrói o Metro


Praça Luís de Camões, Lisboa, 14 horas, dia 23, quarta-feira.
Convidámos Deputados de todos os partidos.
Serpa Oliva do CDS já informou que vai à manifestação.
Manifestação em Lisboa e caminhada/maratona entre Lousã e Miranda
“Metro a metro se constrói o Metro” e “carril a carril se repõe o Ramal”
Na reunião do Movimento Cívico de Coimbra, Góis, Lousã e Miranda, foi decidido organizar uma pequena manifestação em Lisboa, no dia 23 de Maio, em frente ao Ministério da Economia, para se recordar ao Governo as promessas feitas em Janeiro de 2012, quando mais de mil pessoas se deslocaram à Praça Luís de Camões para cantar as janeiras.
Manifestação em Lisboa dia 23 de Maio
No dia 23 de Maio, quarta, o Movimento Cívico pretende deslocar um grupo de mais de 200 pessoas a Lisboa para alertar o governo que as obras do Ramal da Lousã/metro Mondego não podem parar.
Esta delegação de centenas de pessoas pretende vincar que não deixarão cair em saco roto as promessas feitas pelo Governo de reunir com os presidentes de Câmara e de mandar colocar os carris e as catenárias nos troços em obras.
O Movimento Cívico espera que os principais autarcas de Coimbra, Góis, Lousã e Miranda se juntem a esta manifestação. O Movimento deseja que Carlos Encarnação, ex-presidente da Câmara de Coimbra, que foi indicado pelo Governo para presidir à comissão interministerial que esta a reprogramar as obras, se junte a esta delegação. Recordamos que Carlos Encarnação se demitiu pelo Governo socialista não estar a executar, como devia e se tinha comprometido, as obras do metro Mondego.
Na reunião do Movimento Cívico foi reconhecido que a escolha pelo Governo de Carlos Encarnação é indicação que se pretende avançar com rapidez com o processo de implementação do Metro Mondego. Ninguém perceberia que quem se demitiu devido aos atrasos no processo viesse agora presidir a uma comissão que não contribua para a devida aceleração. Com o convite do Governo a Carlos Encarnação, que escreveu um livro a criticar o processo de lançamento e execução do Metro Mondego, há a certeza que o processo entra nos carris, sem novos disparates e desperdícios.
Pessoas interessadas em exigir ao Governo que cumpra as promessas devem contactar a sua Junta de Freguesia ou Câmara Municipal para se inscrever para a viajem a Lisboa, agendada para 23 de Maio.

Sunday, May 13, 2012

Semana do Empreendorismo nas escolas


Penela interdita pesca à truta na Ribeira da Azenha



A Câmara de Penela quer que a Autoridade Florestal Nacional interdite a pesca na Ribeira da Azenha, na freguesia do Espinhal, para proteger as cerca de 500 trutas lançadas nas águas há duas semanas.
O objectivo da autarquia é a constituição de uma “zona de protecção” para “garantir a adaptação, sobrevivência e preservação das trutas repovoadas”, disse nesta quinta-feira à Lusa o agrónomo João Amílcar, do Gabinete de Desenvolvimento Rural da autarquia.
O responsável explicou que as trutas, como foram desenvolvidas em viveiro, “necessitam de algum tempo para se adaptarem ao meio selvagem”, podendo ser facilmente apanhadas, daí a importância de ser criada uma zona de protecção durante esta fase.
“Houve quem soubesse do repovoamento e fosse logo apanhar trutas, mas são pessoas com licença e estamos na época em que se pode pescar”, disse Jorge Pereira, presidente da Junta de Freguesia do Espinhal, que tomou a iniciativa de repovoar a ribeira.
Além de “devolver vida” à ribeira, outrora com “fama na pesca à truta a nível regional”, segundo a Câmara, o repovoamento visa sobretudo a reprodução da espécie. A maioria das trutas (espécie fário) lançadas na ribeira tinha um tamanho médio de cerca de sete centímetros e a espécie escolhida, que pode atingir nove anos de idade, é destinada a águas turbulentas, característica da Ribeira da Azenha.
A monitorização da espécie repovoada não está a ser feita. Mas, na opinião de João Amílcar, poderá ser tema de trabalho para investigadores na área.
Embora o objectivo principal da iniciativa seja o de restituir vida à ribeira, “em tempos com muitas trutas”, uma das vertentes que poderá vir a ser equacionada é a pesca desportiva. O município de Penela está a iniciar o processo de atribuição de uma concessão de pesca desportiva a ser remetido a aprovação por parte da Autoridade Florestal Nacional, e que é efectuada por despacho da ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e Ordenamento do Território, avançou João Amílcar.
A Ribeira da Azenha atravessa uma área designada por Pedra da Ferida, que conserva alguns fragmentos de bosques autóctones - “testemunho vivo da paisagem subtropical ibérica de há seis milhões de anos” - constituídos por Louriçais.
Com o objectivo de preservar a fauna e a flora do meio ambiente fluvial, o município está a preparar uma candidatura ao Programa de Desenvolvimento Rural - PRODER, que contempla a “Manutenção e Recuperação de Galerias Ripícolas e Corredores Ecológicos”.
As intervenções na margem da ribeira visam assegurar a preservação e salvaguarda dos recursos naturais e “dinamizar uma actividade que poderá criar novas fontes de rendimento neste espaço rural”.
Consciente do “enorme valor ambiental” da zona, a Câmara tem desenvolvido um conjunto de trabalhos, com entidades públicas e privadas, com vista a uma futura classificação como Área Protegida Municipal e sua integração na Rede Nacional de Áreas Protegidas.

Fonte:Lusa

Friday, May 11, 2012

Para complementar obra, eis mais uma Comissão


“Ex-autarca de Coimbra quer apressar continuação dos trabalhos. Além disso, defende que as obras devem ir além da Lousã.
O Governo nomeou, esta quinta-feira, o antigo presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, para presidir à comissão interministerial encarregue da reprogramação das obras do Metro Mondego. A suspensão das obras foi decidida pelo antigo Governo socialista, um dos motivos que levou Carlos Encarnação a renunciar ao cargo autárquico em Dezembro de 2010.
“Não pode uma obra pública demorar o tempo que esta está a demorar e não pode ser analisada com superficialidade. A obra justifica-se de acordo com o sentido complexo da intervenção, não é apenas uma questão que se foque na linha da Lousã, é uma outra solução de mobilidade mais vasta para Coimbra”, defendeu o responsável.
A nomeação de Carlos Encarnação foi bem recebida pelas autarquias defensoras do projecto que aguardam há várias semanas por uma reunião com o Governo. O encontro vai servir para perceberem a nova calendarização do Metro Mondego.
No dia 23 de Maio está marcada mais uma manifestação promovida pela comissão cívica do projecto em frente ao Ministério da Economia.” 

Fonte: RR


Está bom de ver, mais um tacho para os amigos, mais um trem de cozinha, que se prepara no dia 31 de Maio…
Depois de 1996, os “poderosos” continuam a traçar estranhos jogos de poder, cozinhados quiçá à volta duma caçoila, dum pavimento em forma de xadrez ou duma sauna, perante a indiferença popular, que a pouco e pouco, os vai deixando a falar sózinhos.
Certo, certo é que o Ramal já deixou de fazer parte da Rede Ferroviária Nacional, isto depois de tanto dinheiro gasto e dalguma obra feita…
Vamos ver o que isto dá, entretanto vamos afinando a voz para cantar as Janeiras, a gente tão simpática, que tudo vai comendo…
Eles comem tudo e não deixam nada… - Lá dizia José Afonso.
Houvesse vergonha em tempos de austeridade, criticavam os outros.
Mas agora, multiplicam-se as comissões, num jogo de cintura para eliminar gorduras, estranho jogo do deve e haver, perante a cumplicidade da Troika?

Monday, May 7, 2012

Ideias precisam-se



Parece ser o tónico para mais uma reunião do Movimento Cívico de Lousã e Miranda do Corvo, a ter lugar amanhã, pelas 21 horas, na sede da ADFP, em Miranda do Corvo.
Aparece e traz um amigo também e participa!

Nova carreira de transportes públicos na Lousã



Medida tem como objectivo potenciar a mobilidade e apoiar o comércio tradicional.
Após, na semana passada, a Zona Empresarial do Alto do Padrão ter passado a dispor de uma carreira de transporte público rodoviário, facilitando assim a mobilidade de todos aqueles que operam neste pólo empresarial, esta semana, mais precisamente no dia 05 de Maio, começou uma nova carreira que tem início em Casal de Ermio, passando por Foz de Arouce, Gândaras e terminando no Mercado Municipal da Lousã.
Refira-se que esta carreira, que se realiza às 3.ªs feiras e Sábado, foi criada propositadamente para que os munícipes residentes nas Freguesias envolvidas, possam efectuar as suas compras no Mercado Municipal (que se realiza nestes dias) e também no Comércio Tradicional.
Esta nova carreira, devidamente articulada e publicitada com as Juntas de Freguesia, prevê saídas de Casal de Ermio, às 08h20, com paragens em Vale Escuro, Marmeleira (cruzamento), Ponte Velha, Covelos, Foz de Arouce, Fonte da Pulga, Póvoa da Lousã, Olival, Fontaínhas, Papanata e chegada ao Mercado da Lousã às 09h. O circuito inverso tem início às 11h30m.
A nova carreira, a exemplo da criada para a Zona Empresarial do Alto do Padrão, insere-se no Plano Municipal de Mobilidade de Transportes Públicos Rodoviários e vai ao encontro de diversas medidas de apoio aos munícipes e empresários do Concelho.
Com a colocação em funcionamento de mais esta fase do Plano Municipal de Mobilidade de Transportes Públicos Rodoviários, a Câmara Municipal pretende facilitar a mobilidade dos cidadãos e dar mais centralidade às Freguesias do Concelho.
De referir que estas carreiras têm carácter experimental e a sua manutenção dependerá de vários factores, nomeadamente da avaliação do número de utilizadores.

 

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