Friday, June 21, 2013

A Geografia dos Afectos, de Fernando Catroga


Realiza-se no Centro de Estudos de História Local e Regional Salvador Dias Arnaut, em Penela, o lançamento do livro Geografia dos Afectos – As Reformas Político-Administrativas (sécs. XIX-XX), do Prof. Doutor Fernando Catroga, no próximo dia 22 de Junho, pelas 17h30.

Saturday, June 15, 2013

João Fernando Ramos apresenta D. João I na Lousã

O livro “D. João I - O pai da Ínclita Geração”, da autoria João Fernando Ramos, vai ser apresentado, este sábado (dia 15), às 17h30, no auditório do Museu Municipal Professor Álvaro Viana de Lemos, na Lousã.

A obra será apresentada por Fernanda Redondo, Helena Freitas e José Manuel Portugal.
Esta obra é uma abordagem romanesca à figura histórica do rei João I, “o pai da Ínclita Geração”.
“O jornalista João Fernando Ramos traz-nos, no seu romance estreia, a aventurosa e fascinante história de D. João I, o da Boa-Memória. Nasceu filho bastardo, foi mestre de Avis, mas a força das circunstâncias levaram-no a conjurar contra a regente D. Leonor Teles e o seu secretário galego Conde Andeiro, fiéis subservientes dos interesses do reino vizinho”, lê-se na sipnose apresentada pela editora Esfera dos Livros.
“Era preciso assumir um trono para o qual não estava destinado. Lutar pela independência de um povo contra a ameaça castelhana e afirmar a sua dinastia na História de Portugal. Para isso contava com a ajuda silenciosa de Adelaide, uma mulher misteriosa com o suave cheiro das montanhas… Do feliz casamento com a inglesa D. Filipa de Lencastre nasceu uma geração de filhos que marcou para sempre a história do país.”
João Fernando Ramos é jornalista com as funções de editor executivo na RTP, em cujo segundo canal apresenta o serviço noticioso “24 Horas”, tendo-se destacado também na apresentação do “Jornal da Tarde” e em reportagens como enviado especial a teatros de guerra.

Tuesday, April 10, 2012

Um livro pode ser um olhar crítico sobre o projecto Metro Mondego

 
Carlos Encarnação e João Rebelo lançaram em meados de Janeiro deste ano, em Coimbra, uma obra em conjunto que é um “olhar crítico sobre o projecto Metro Mondego”.


“Como não decidir uma obra pública – Um Metro da Razão ao Erro” é o título do livro escrito por Carlos Encarnação e João Rebelo. Pelos autores passaram alguns dos principais momentos dos últimos anos da história do Metro Mondego. O estabelecimento, pelo Estado, das bases de concessão da Metro Mondego, S.A; a passagem do projecto a parceria público-privada; o lançamento do concurso público para concepção, construção, financiamento e manutenção do metro ligeiro; o início das demolições na Baixa de Coimbra; a apresentação do Sistema de Mobilidade do Mondego; a inauguração dos interfaces Ceira, Miranda do Corvo e Lousã; a integração da Metro Mondego na REFER…
É para contar a história de “uma obra exemplar na forma como não se deve decidir uma obra pública” que Carlos Encarnação, ex-presidente da Câmara Municipal de Coimbra e da Mesa da Assembleia-Geral da Metro Mondego, e João Rebelo, ex-vereador e representante da autarquia na Metro Mondego ao longo de vários anos, escreveram o livro “Como não decidir uma obra pública – Um Metro da Razão ao Erro”, uma obra escrita a duas mãos, por dois protagonistas do projecto, apresentado no passado dia 16 de Janeiro, no Pavilhão de Portugal, em Coimbra.
“Trata-se de um processo extraordinário. Chega a ser escandaloso que uma obra pública possa ser decidida assim, ao longo do tempo, e ter este desfecho”, afirma Carlos Encarnação, não encontrando outro título mais indicado para uma obra que passou “por uma quantidade de governos, se protelou por um número de anos extraordinário, de onde, agora, ninguém sabe como sair”.
“Quando havia fundos comunitários, não havia decisão. Quando havia decisão, não havia acordo. Quando havia acordo, não havia dinheiro. Andámos neste ciclo vicioso de vários anos até chegarmos à última decisão, de recurso ao crédito, que foi tomada da pior maneira”, resume.
O que pretendem Carlos Encarnação e João Rebelo com esta obra, lançada pela Almedina Editores, é, primeiro, esclarecer que ambos são “defensores do eléctrico rápido do século XXI”, em detrimento “da solução ferroviária do século XIX ou da automotora do século XX”. Depois, o livro, com 224 páginas e em que recorrem a documentos decisivos para o projecto, é essencialmente “um olhar crítico” dos dois responsáveis “sobre o que se passou este tempo todo”.
No fundo, como garante, sem se demitirem dos cargos que ocuparam e das responsabilidades que tiveram no projecto, os autores consideraram que seria “um acto de cidadania” e uma “obrigação histórica” trazerem “à luz do dia” documentos que “ajudassem a compreender a posição da Câmara de Coimbra e dos dois, em particular, na defesa do projecto, assim como as decisões dos diferentes governos”.
É preciso ter presente que nos vários anos da Metro Mondego, estão envolvidos cinco presidentes do Conselho de Administração, seis primeiros-ministros, 12 ministros das Obras Públicas, oito secretários de Estado dos Transportes e cinco presidentes da Câmara Municipal de Coimbra. “Todos os processos de metro mais recentes demoraram para cima de dez anos a ser resolvidos, Mas este é mais difícil, intrincado, complexo”, constata Carlos Encarnação.
Defender o projecto como um todo é, antes de mais, o grande objectivo, Carlos Encarnação diz-se solidário com as populações de Miranda do Corvo e Lousã, que ficaram sem a “sua” ligação ferroviária. Mas considera que “a questão não é essa”. “É imperioso ver o projecto como um todo e garantir a sua sustentabilidade”, afirma o ex-autarca, garantindo, como diz ficar demonstrado no livro, que a sustentabilidade do Metro Mondego “só se alcança pelo desenvolvimento do serviço e traçado urbano”.
Quem vir dados do livro, vê bem a distribuição dos défices de exploração e facilmente perceberá”, acrescenta.
Carlos Encarnação, não tem dúvidas de que o futuro de Coimbra ficará comprometido se o projecto não avançar ou se ficar pelo troço suburbano.

Thursday, February 2, 2012

Ciência e Tecnologia de braço dado com a Arqueologia

Mais um livro editado pelo Município de Penela...
Mais uma pedrada no charco, contra a indiferença. Aqui mesmo ao lado, um exemplo para todos nós, naquele que era o concelho mais pobre do Distrito de Coimbra, até à alguns anos atrás. A aposta foi clara na educação, na cultura, na história e nos valores da terra. Um verdadeiro exemplo para todos nós mirandenses.

Wednesday, December 7, 2011

Apresentação do livro "O Menino que Sonhava Salvar o Mundo"



O Centro de Estudos de História Local e Regional Salvador Dias Arnaut e a Chiado Editora apresentam o livro "O Menino que sonhava salvar o Mundo" no próximo Sábado, dia 10 de Dezembro, pelas 15h30, no CEHLR SDA.
É o primeiro livro infantil de Filipe Monteiro, ilustrado por Ana Beatriz Marques e, promete encantar a todos, ensinando uma forma diferente de ver o mundo, amar e preservar as coisas simples da vida numa abordagem leve e criativa.

Friday, September 16, 2011

Receitas do livro "Crónicas de um autarca", de Paulo Júlio revertem a favor de instituições de solidariedade social


A sessão de encerramento do projecto do livro “Crónicas de um autarca”, escrito pelo secretário de Estado da Administração Local, enquanto presidente da Câmara de Penela, vai realizar-se no próximo sábado, pelas 18h00, no auditório municipal daquele concelho.

O livro é uma compilação das 24 crónicas que Paulo Júlio publicou ao longo do ano de 2010, no jornal “As Beiras”, em que manifesta a sua visão pessoal e reflexão política sobre vários acontecimentos nacionais.

Em edição de 1 000 exemplares, a obra integra alguns testemunhos de personalidades que acompanharam de perto o trabalho do autarca e o desenvolvimento do concelho Penela.

O livro pode ser adquirido nas lojas Fnac e a receita da sua venda reverte para instituições de carácter social, designadamente, a Cáritas Diocesana de Coimbra, a Cercipenela, a Santa Casa da Misericórdia de Penela, a Associação da Quintas das Pontes e a Casa de Beneficência Conselheiro Oliveira Guimarães.

Amanhã (sábado), será feita a entrega simbólica dos montantes já obtidos.

Saturday, July 2, 2011

Palmira Pedro apresenta o livro "Querer é poder"


Palmira Pedro apresenta o seu livro, intitulado QUERER E PODER, no próximo sábado, às 16h00, no Centro de Estudos de História Local e Regional Salvador Dias Arnaut.

Wednesday, April 20, 2011

Jaime Ramos apresenta o livro Não basta mudar as moscas, em Coimbra

“Um hino à liberdade e à humanidade superior”.

O meu livro “Não Basta Mudar as Moscas” foi apresentado em Coimbra, ontem à tarde, na Casa da Cultura, num evento que contou com Barbosa de Melo, ex-presidente da Assembleia da República, e José Reis, da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, que considerou que o livro de Jaime Ramos é «impressivo», tratando de «forma corajosa, assuntos centrais» da vida colectiva portuguesa.

«Fala de tudo o que é essencial na sociedade portuguesa. Da política, da vida e dos valores democráticos, da economia, da produtividade e dos salários, da organização administrativa e do Estado, da demografia, da saúde, do território, da pobreza da solidariedade», disse José Reis, antigo secretário de Estado num governo socialista, acrescentando que a obra introduz «uma visão que vem ao arrepio dos tempos e das modas» e é «um elogio do que há de criativo, de construtivo, nas visões conflituais.
Segundo António Barbosa de Melo, “Não Basta Mudar as Moscas” «é um hino à liberdade e à humanidade superior»

Texto noticia do Diário de Coimbra de Domingo 17 Abril com chamada "Um hino á liberdade" na primeira pagina.

Jaime Ramos

 

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